JORNAL TERESINA NEWS: Novembro 2017

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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Socialite Day McCarthy chama filha de Giovanna Ewbank de ‘macaca’ em vídeo

Fonte: DM
A socialite Day McCarthy, mais uma vez, ganhou destaque nas redes sociais por um motivo nem um pouco nobre,o racismo. Dessa vez o alvo, foi a filha de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank. Em um vídeo que foi postado pela mulher e que viralizou nesta semana, ela chama Titi, de 4 anos, de “macaca”, “horrível”, “cabelo de pico de palha”.

Na publicação, ela se mostra indignada com internautas que criticam a sua aparência, mas que elogiam a filha dos atores. “Ficam elogiando aquela macaca, preta, horrível, e o povo fala que a menina é linda”, aponta. A socialite ainda ressaltou que os usuários só “puxam o saco” da criança porque ela é filha de um casal famoso. Day McCarthy é brasileira  e mora no Canadá.
A atriz e mãe da criança se posicionou neste domingo (26/11) sobre o assunto por meio do Instagram. Ela postou uma foto da filha e afirmou que racismo é crime. Ainda de acordo com o post, já estão sendo tomadas as devidas providências perante a lei.
Rafaela Justus, filha de Ticiane Pinheiro e Roberto Justus, também já foi alvo de comentários preconceituosos e ofensivos. Day McCarthy chamou a menina de “brinquedo assassino”.
Veja o vídeo:

Tiririca teria usado verba pública para viajar e fazer show

Fonte: DM
O deputado federal Tiririca (PR-SP), eleito por São Paulo, tendo sido o terceiro deputado mais votado em toda a história do Brasil, teria usado sua verba de gabinete para fins particulares em agosto deste ano.
De acordo com publicação da Veja, o deputado teria comprado uma passagem, saindo de Ipatinga-MG rumo à Brasília, com dinheiro público. Na cidade mineira, Tiririca teria feito um show. (Foto: Agência Brasil)

domingo, 12 de novembro de 2017

Zombar de atrasados mostra falha da educação, dizem especialistas

Fonte: Noticias ao minuto
Zombar de atrasados mostra falha da educação, dizem especialistas
Já virou tradição, em domingos de Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), grupos de pessoas se aglomerarem em frente aos locais de prova para torcer pelo atraso de candidatos. A ideia deles é se divertir com a decepção de quem não consegue chegar antes do fechamento dos portões e perde a prova, que auxilia no ingresso do ensino superior.
A prática é vista por estudiosos na área de psicopedagogia e de violência no ambiente escolar como sintomática da baixa educação no país. "É uma representação do nosso sistema educacional", diz Sergio Kodato, psicólogo coordenador do Observatório de Violência e Práticas Exemplares ligado à Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto.
Segundo Kodato, o comportamento é um reflexo do que já acontece de maneira corriqueira dentro das salas de aula, o bullying. Ele diz haver uma distinção entre rir espontaneamente de quem escorrega e cai, por exemplo, e de alguém que está em uma "situação de perda, de desgraça" como quem perde a chance de fazer o exame. "É bem constrangedor."
Para a professora de psicopedagogia da faculdade de educação da PUC-SP, Neide de Aquino Noffs, a situação é uma demonstração clara de falta de empatia. "O outro tem que sofrer mais do que ele [quem debocha], ele tem que saber que tem alguém perdendo algo, e não reflete sobre como aquela pessoa está se sentindo."
Ela diz que o índice de evasão da prova contempla também as pessoas que se atrasaram e desistiram de ir por saber que não daria tempo e, portanto, evitar a humilhação em público -no primeiro dia de provas deste ano, a taxa de ausência foi de 30,2% dos candidatos. "O sujeito que vai até a porta quer entrar. Ninguém planejou se candidatar por um ano e chegou atrasado porque quis."
Noffs diz que, nessa alta proporção de ausências, além de imprevistos estão alunos que não têm estrutura para lidar com a pressão e acabam "fugindo" da prova, por medo de falhar, pela insegurança de tentar e não conseguir. "Não querem que a família o ache um fracassado."
CONJUNTURA
Para o cientista político João Trajano Sento-Sé, pesquisador do Laboratório de Análise da Violência da Uerj, há dois pontos que ajudam a explicar esse prazer em humilhar. O primeiro é estrutural, a violência simbólica no ambiente escolar por meio do bullying, da opressão.
O segundo, conjuntural. Sento-Sé diz que o momento de crescente intolerância pelo qual passa o país, "em que elites empresariais escarnecem de políticos e políticos escarnecem do povo", embasa a prática de atacar quem falha. A desqualificação do outro é mútua, diz. "Há uma degradação do respeito recíproco."
SOLUÇÃO
Sento-Sé diz ser preciso enfatizar o que há de "lamentável e negativo" em manifestações dessa forma. "Elas [as troças com os atrasados] não expressam um espírito brincalhão, como um participante poderia justificar. Isso não é lúdico, é desrespeito."
Kodato afirma que o que deve ser estimulado para provocar uma mudança comportamental é a alteridade no ambiente escolar, "trabalhar a relação com o outro que é diferente de você". "O indivíduo burro é aquele que vê o diferente e o menospreza", diz. "O inteligente suporta, convive e vai aprender com o diferente."
Alunos vítimas de bullying, perseguidos com o estigma de "perdedores" ou "fracassados" têm que ser trabalhados no ambiente escolar, diz. "Temos que botar eles para produzirem, fornecer sentido para a existência dessas pessoas. Um dos instrumentos é a cultura", afirma. Com informações da Folhapress.

Fundo eleitoral retira R$ 70 milhões de verbas da Saúde

Fonte: Noticias ao minuto
Fundo eleitoral retira R$ 70 milhões de verbas da Saúde
O fundo eleitoral de R$ 1,75 bilhão aprovado pelo Congresso Nacional em outubro para custear campanhas com dinheiro público vai reduzir a aplicação de verbas na saúde, diferentemente do que os parlamentares prometeram quando propuseram o novo gasto. O modelo passou como uma alternativa à proibição das doações eleitorais por empresas.
A destinação de parte das emendas parlamentares ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) pode retirar, em cálculos conservadores, R$ 70,3 milhões originalmente destinados a despesas com saúde, segundo levantamento feito pelo jornal 'O Estado de S. Paulo'. O valor não foi considerado na manifestação da Advocacia-Geral da União (AGU) assinada pelo presidente Michel Temer e enviada ao Supremo Tribunal Federal, na última quinta-feira, dia 9 de novembro, em uma ação que questiona o fundo. No documento, o órgão afirma que investimentos do governo em áreas sociais, como a saúde, não serão prejudicados.
Com a verba destinada para as eleições, o orçamento de 2018 do Fundo Nacional de Saúde (FNS) perderá verbas que haviam sido previstas, no mês passado, por senadores e deputados de pelo menos três Estados: Ceará, Paraíba e Santa Catarina. O corte na saúde pode aumentar, a depender de como os parlamentares dos demais Estados vão decidir sacrificar suas emendas para dar a contribuição obrigatória às campanhas. A definição será feita nas próximas semanas na Comissão Mista de Orçamento (CMO).
O fundo eleitoral será composto de R$ 1,3 bilhão em emendas coletivas impositivas somado aos R$ 450 milhões advindos do fim da compensação fiscal para TVs na exibição de propaganda partidária. Dessa forma, cada uma das 27 bancadas estaduais vai retirar R$ 48,7 milhões do valor originalmente destinado em emendas ao Orçamento que haviam sido assinadas por deputados e senadores e cuja execução pelo governo era obrigatória. Antes da lei, cada uma delas dispunha de um total de R$ 162,4 milhões. Agora, 30% desse valor será destinado às campanhas eleitorais.
Unidades médicas
No caso do Ceará, por exemplo, os parlamentares alocaram toda a verba impositiva (R$ 162,4 milhões) em apenas uma emenda do FNS, para manutenção de unidades médicas. Ou seja, o corte de R$ 48,7 milhões vai recair obrigatoriamente na área da saúde.
A ata das emendas traz a assinatura do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), um dos que negavam durante a tramitação da proposta que saúde e educação perderiam verba. "Não aceito nada de fonte que mexa um centavo de saúde e educação", disse ele à época. Um dos idealizadores da ideia, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), fez coro: "A proposta que eu fiz não tira dinheiro da educação, da saúde, de lugar nenhum".
Já os parlamentares da Paraíba enviaram R$ 129 milhões para manutenção dos equipamentos de saúde e R$ 33,4 milhões para a construção do sistema adutor do ramal do Piancó pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs).
A obra, relacionada à transposição do Rio São Francisco, é tida pelos políticos como fundamental para garantir o abastecimento de água no interior paraibano, o que tem impacto na saúde pública. Ainda que retirassem toda a verba do Piancó para bancar campanhas, os parlamentares ainda teriam de remanejar mais R$ 15,3 milhões do FNS para atingir a cota de R$ 48,7 milhões como contribuição ao fundo.
Equipamentos
A situação é semelhante em Santa Catarina. A bancada reservou R$ 42,4 milhões do Orçamento da União no próximo ano para a compra de equipamentos agrícolas, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Mesmo que os parlamentares catarinenses redistribuam toda essa quantia para o fundo bilionário de campanha, ainda terão de transferir R$ 6,3 milhões dos R$ 120 milhões dados ao Fundo Nacional de Saúde para aplicar no fundo eleitoral.
Existem ainda casos como o do Espírito Santo, em que as duas emendas impositivas foram divididas entre saúde (R$ 52,4 milhões para compra de ambulâncias) e educação (R$ 110 milhões para a Universidade Federal do Espírito Santo), justamente as áreas que não seriam mexidas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Cristiano Ronaldo posa a:

o lado do filho e fala sobre paternidade

Fonte: Noticia ao minuto
Cristiano Ronaldo posa ao lado do filho e fala sobre paternidade
Cristiano Ronaldo está vivendo uma fase muito positiva a nível pessoal e profissional. O jogador se prepara para lançar a sua nova coleção de roupa, CR7 Junior Collection, e aguarda com grande ansiedade a chegada da sua segunda filha, Alana Martina.
“Mal posso esperar para ser pai outra vez”, confessou o atleta numa entrevista à revista espanhola "Hola", para a qual posou acompanhado pelo seu filho mais velho, Cristianinho.
“Ver a minha família crescer, é, sinceramente, o maior privilégio que tenho. Desfruto de cada segundo”, acrescentou.
O craque é pai de Cristiano Ronaldo Júnior, agora com sete anos, e dos gêmeos Mateo e Eva. “A paternidade ensinou-me coisas sobre o amor que nunca soube que existiam. Isso abrandou-me e deu-me uma nova perspectiva sobre o que de verdade importa na vida”, garantiu.
Notícias ao Minuto© Reprodução/Hola
Ronaldo contou que ele e o filho mais velho gostam de se vestir com roupas iguais e de sair assim à rua, pelo que a sua nova coleção de roupa irá facilitar este hábito.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Temer anuncia novo diretor-geral da PF

Temer define novo diretor-geral da PF

Delegado Fernando Segóvia substitui Leandro Daiello

O presidente Michel Temer (PMDB) oficializou na tarde desta quarta-feira, 8, a nomeação do delegado de carreira Fernando Segóvia como diretor-geral da Polícia Federal, substituindo o também delegado Leandro Daiello. Segóvia esteve no gabinete do presidente acompanhado do ministro da Justiça, Torquato Jardim, a quem a PF é subordinada. Em nota divulgada por volta das 16 horas, o ministério confirmou a troca, antecipada pelo Estado. O governo assume o compromisso de não haver nenhuma mudança e interferência nos rumos da Lava Jato.
"O Ministério da Justiça comunica que o senhor Presidente da República escolheu nomear o Delegado Fernando Segóvia como novo diretor-geral do Departamento de Polícia Federal. Nesta mesma oportunidade, o ministro da Justiça expressa ao Delegado Leandro Daiello seu agradecimento pessoal e institucional pela competente e admirável administração da Polícia Federal nos últimos seis anos e dez meses" diz o comunicado.
A saída de Daiello vinha sendo negociada desde quando Alexandre de Moraes ainda era titular do ministério. Daiello se dizia cansado, sob pressão da família e com a sensação de que já fez tudo o que tinha de fazer à frente do cargo. Ele já havia adiado a aposentadoria para permanecer no cargo.
A nota traz ainda um breve currículo do novo comandante da PF. "Segóvia é advogado formado pela Universidade de Brasília, com experiência de 22 anos na carreira. Foi superintendente regional da PF no Maranhão e adido policial na República da África do Sul, tendo exercido parcela importante de sua carreira em diferentes funções de inteligência nas fronteiras do Brasil."
A larga experiência de Segóvia em inteligência de fronteiras é valorizada pelo governo como questão prioritária no combate ao crime organizado. Havia a expectativa de uma coletiva de imprensa para que Temer anunciasse a troca, mas ficou definido que Torquato escolheria o formato do anúncio. Minutos depois da reunião, a assessoria do ministério divulgou a nota oficial.
Outro nome que chegou a ser fortemente cogitado para o cargo foi o do delegado Rogério Galloro, atual diretor executivo da PF e ex-adido em Washington. Ele, porém, assume a diretoria Américas da Interpol depois de obter 137 dos 140 votos dos países membros da entidade, em votação em Pequim, na China, há três semanas.
Com informações de Carla Araújo, de Brasília

Comissão aprova PEC que impossibilita todas as formas de aborto

Deputada contrária ao projeto discursa: 'Aqui se aplaude a morte de muitas mulheres vítimas de violência'

Fonte; Noticias ao miuto
Comissão aprova PEC que impossibilita todas as formas de aborto
A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 8, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe em risco as formas de aborto previstas atualmente pelo Código Penal. Tão logo os votos necessários foram alcançados, a votação do texto principal foi interrompida e integrantes da comissão que atuam contra todas as formas de interrupção da gravidez comemoraram e cercaram a mesa de votação para uma sessão de fotos.
Enquanto isso, a deputada Erika Kokay (PT-DF), contrária ao projeto, discursava: "Aqui se aplaude a morte de muitas mulheres vítimas de violência", dizia. O desfecho ocorreu depois de tensa sessão, iniciada às 11h e interrompida no meio da tarde.
Originalmente, a PEC tratava da extensão da licença maternidade para a trabalhadora que tiver bebê prematuro. Pela proposta, a licença à gestante com duração de 120 dias pode ser estendida, sem prejuízo de emprego e salário, à quantidade de dias que o recém-nascido ficar internado, não podendo ultrapassar os 240 dias.
Sob influência da bancada evangélica, o relatório final do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) incluiu uma mudança no artigo primeiro da Constituição - que versa sobre os princípios fundamentais - enfatizando no texto "a dignidade da pessoa humana desde a sua concepção". "Cabe-nos observar que, se protegemos, de forma justíssima, aquele que já vivia e prematuramente deixou a proteção materna, concedendo uma ampliação da licença maternidade à sua genitora, não podemos deixar de explicitar, ainda mais, a sua proteção no âmbito uterino, desde o seu início, isto é, desde a concepção", pregou o relator.
Depois da aprovação do texto principal, a sessão foi novamente interrompida. Agora, será preciso votar os destaques, dentre os quais um que retorna o texto original da proposta e suprime o trecho do aborto. O deputado Jorge Solla (PT-BA), embora favorável à aprovação da supressão, admite que dificilmente o texto voltará à proposta original. "Somente se houvesse uma mudança da relação de forças da comissão", disse. Com informações do Estadão Conteúdo.

Após repercussão, William Waack nega ter feito comentário racista

Fonte: Noticias ao minuto
Após repercussão, William Waack nega ter feito comentário racista
apresentador William Waack ainda não se pronunciou oficialmente sobre um vídeo que viralizou nas redes sociais nesta quarta-feira(8), em que o jornalista aparece fazendo um comentário considerado racista. No entanto, de acordo com o BuzzFeed News, ele teria falado a pessoas próximas que não se lembra exatamente do que disse no momento, mas que a fala não teve cunho discriminatório.
De acordo com a reportagem, a gravação aparece há exatamente um ano, em 8 de novembro de 2016, durante a cobertura da vitória Donald Trump na eleição presidencial norte-americana.
Waack está acompanhado de Paulo Sotero, diretor do Wilson Center — centro de estudos de geopolítica — em Washington. Na rua, um carro buzina, e o jornalista faz o seguinte comentário: "Tá buzinando por que, ô seu merda do cacete? Deve ser um aqueles… Não vou nem falar de quem, eu sei o que é… Sabe o que é, né?".
Em seguida, ele se vira para Sotero e continua:
Waack: "Preto, né?"
Sotero: "Ahn?"
Waack: "Preto, né? Sabe o que é isso? É coisa de preto…"
Sotero: "Sim."
Waack: "Com certeza."
Em entrevista ao site, Sotero disse não se lembrar do diálogo. "Eu acho que o William não é assim. Eu, certamente, não sou assim — repudio racismo", disse ele.
Até o momento, a Rede Globo não se pronunciou sobre o caso.

Dodge defende transferência de Cabral para presídio federal

Fonte: Noticias ao Minuto

Para a procuradora-geral, ex-governador do Rio está recebendo tratamento privilegiado e faz ameaças ao juiz Marcelo Bretas

Dodge defende transferência de Cabral para presídio federal
procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu hoje (8) no Supremo Tribunal Federal (STF) a transferência do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral para um presídio federal. Em parecer enviado à Corte, a procuradora afirma que Cabral “desempenhou função de liderança em organização criminosa” que atuou no Rio e cita suposto privilégios indevidos dentro do presídio em Benfica, onde o ex-governador está preso.
Segundo Dodge, Sério Cabral está recebendo tratamento privilegiado e faz ameaças ao juiz Marcelo Bretas, relator das ações penais a que o ex-governador responde na Justiça Federal do Rio. 
“É por esta razão que, para evitar que o paciente exerça sua condição de líder de organização criminosa, com força política e poder de influência inegáveis no Estado do Rio de Janeiro, para obter e gozar de benefícios indevidos no cárcere e receber informações privilegiadas aptas a causar embaraços, intimidação e ameaçar ostensiva ou veladamente o magistrado competente para processar e julgar diversas ações penais que tramitam contra ele, é necessária sua transferência para um dos presídios federais.”, diz o parecer.
Há duas semanas, o ministro Gilmar Mendes rejeitou o mesmo pedido de transferência. Gilmar argumentou na decisão que a atividade profissional da família de Bretas havia sido divulgada pelo próprio juiz em uma reportagem publicada um mês antes da audiência na qual Cabral demonstrou conhecimento sobre ela, motivo pelo qual não se poderia inferir que o ex-governador estaria recebendo informações indevidas dentro da prisão. Com informações da Agência Brasil.